Comadre Botelha, a Coelha, sempre economizou para desfrutar de uma ótima aposentadoria. Lourenço Bolenço Maurenço, o Lô Bomau, nunca trabalhou. Vive de trapaças. Numa dessas, ele furta as economias da Coelha. E não se contenta com tamanha fortuna. Quer mais. Sempre mais. Nesta fábula, a ganância e a ignorância travam um embate com a prudência e inteligência.\r\n